Qual o cambio ideal para o Brasil?

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ENTREVISTA

 

1) Se exporta quando o câmbio está “favorável”, não se exporta quando o câmbio se traduz em menos reais para receber por cada dólar. Qual sua visão para essa mentalidade tão comum no Brasil?

 

São anos que somos “escravos “ da taxa cambial, uma verdadeira gangorra: se exporta quando o cambio está “favorável , não se exporta  quando o cambio se traduz em menos reais para receber por cada dólar! (isso sem contar que quando deixamos de  exportar, a imagem do Pais lá fora não estará ao máximo  e o nosso habitual importador não vai ficar esperando que se inverta a situação cambial: vai simplesmente trocar de fornecedor mais…constante!(para não dizer mais comercialmente serio!)

Quando eu deixei o Brasil em 1991, já se falava disso

A taxa de cambio não é fator de competitividade é só um assunto financeiro : no máximo dá um empurrão para ser mais agressivo no mercado, a quem è já competitivo. Mas se você não tiver uma competitividade “intrínseca” , quer dizer, desenho, inteligência comercial, promoção eficaz, gestão de mercado, uma empresa competitiva, não vai exportar. Quem já exportava, com a taxa de cambio “favorável ” vai se beneficiar mais . Mas se você quer entrar no mercado externo só porque o cambio está favorável, está errado. Tinha que pensar antes, pois pode acontecer que se muda o “vento favorável” e você não conseguiu introduzir uma serie de mudanças na tua empresa, (pois dificilmente vai exportar da mesma forma e com o mesmo produto como você vende no mercado interno) vai ser quase impossível que você consiga exportar.

 

2) As empresas brasileiras ainda tem certa resistência à internacionalização, qual é a visão atual dos empresários em relação a este processo?

Eu apontaria varias razões:

 

  1. a) Não querer sair da “zona de conforto” (” tenho que porque me atrapalhar na exportação quando posso vender no mercado interno?”)
  2. b) Desconhecimento das problemáticas de comercio exterior
  3. c) Falta de visão global dos negócios
  4. d) Busca de resultados a curto prazo e a exportação, por definição é uma atividade de médio-longo prazo
  5. e) Medo de enfrentar o “desconhecido” também porque alguém ouviu historias de fracasso de empresários que se lançaram na exportação (obviamente “dando tiros no escuro” sem, a mínima preparação ou pior acham do que se alguém tem sucesso no mercado interno, lá fora será igual.

 

Claro que isso está errado. Mesmo que o empresário não quer se internacionalizar, ele já está “internacionalizado” no sentido que talvez na esquina tem uma fabrica ou uma loja chinesa o de outro pais. Apesar das dimensões continentais do Brasil, hoje não pode pensar só em mercado interno: tem que ter uma visão de mundo.

 

3) Quais os pontos mais importantes que as empresas devem levar em conta na hora de avaliar se possui condições e capacidade para ingressar no mercado internacional?

 

Isso é muito importante: “não se jogar na agua se não tiver feito um curso de natação” isto é, não se lançar na exportação, sem se perguntar se está pronto para exportar.

Infelizmente quase sempre a primeira pergunta que o empresário se faz é ” Em que mercado posso exportar”? Está errado. A 1a pergunta é ” Eu posso exportar?” E muitas vezes tem gente que acha que pode exportar porque tem capacidade de produção sobrando. Acontece que capacidade de produção tem pouco a que ver com a exportação O que é fundamental é se tiver capacidade exortadora (isto é, atitude, organização, competitividade internacional, vantagens comparativas, etc. )

 

Moral: como faz um empresário para saber se tem condições de exportar? A forma mais pratica, mais barata, mais rápida para saber por quanto anda, é visitar a maior feira internacional do setor ao qual ele pertence, pois em uma feria ele vai se confrontar com o mundo e vai se dar conta se ” de “0 a 10 ” (em uma escala de competitividade internacional) está por exemplo em 2, 7 o até em 11!)

O empresário deve avaliar por quanto anda à nível tecnológico, custos, desenho, embalagem , estrutura comercial, recursos humanos internos. Repito: visitar uma feira e não expor (pois tem muitas empresa que vão como expositores em uma feira pelas primeira vez, sem ter visitado como “observador” a feira, antes. Pode acontecer que acaba de expor na feria errada!)

 

“Ingeniería de la exportación Cómo elaborar planes innovadores de exportación”

LIbro  destinado al mercado de América latina: 102 check list, case 600 enlaces, export check-up

http://issuu.com/cengagelatam/docs/ingenier___a_de_la_exportacio_n_iss

https://www.youtube.com/watch?v=OkJKYc3UBOM&feature=youtu.be

https://www.youtube.com/playlist?list=PLcjeZORKXl1uw3z8jVtzjKIxTCB5D64bs ceng 1libro

¿Cuales son las barreras a la exportación?

 

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Antes de comenzar a exportar, es fundamental considerar cuales serán las barreras o dificultades que Ud. podrá enfrentar. Se las conoce antes, tendrá más posibilidades de lograr el éxito.

Las principales barreras las podemos resumir en:

factores históricos del País exportador (por ejemplo, falta de tradición exportadora), factores culturales (por ejemplo, cortoplacismo), factores estructurales,(tipo puertos no competitivos)proteccionismo a la industria local (a través por ejemplo de normas técnicas), exigencias de permiso de importación, impuestos,criterios no transparentes para establecer las normas de origen, normas sanitarias e fito-sanitarias.

No debemos olvidar que una de las principales barreras a la exportación es constituida por …la propia empresa, cuando el jefe de exportación encuentra el primer competidor en la oficina ..a su lado (producción, proyecto, administración, expedición, etc.)

Listamos a seguir las principales barreras.

 

Check-list no 3 − Principales barreras a la exportación

Por parte del exportador:

  • Falta de cultura exportadora.
  • Falta de estructura interna profesional adecuada para la gestión de la internacionalización.

Por parte del País exportador:

  • “Sistema país” poco competitivo (logística, falta de incentivos, falta de promoción de innovación, etc.)
  • Exceso de reglamentaciones (tramites “engorrosos”)
  • Falta de imagen adecuada del País junto a los países importadores.
  • Políticas cambiales (cuando es el caso)
  • Costos financieros elevados.
  • Inestabilidad económica.

Por parte del importador:

  • Falta de profesionalidad.
  • Falta de estructura.

Por parte del País importador:

  • Diferencias culturales.
  • Impuestos de importación.
  • Normas técnicas.
  • Localización geográfica (costos elevados de transporte).
  • Exceso de reglamentaciones; demora en averiguar los documentos necesarios a la importación .
  • Política cambial.
  • Presencia de competidores locales.
  • Costos financieros elevados en el mercado.
  • Poder de presión de los sindicatos (que exigen el uso de productos locales).
  • Inestabilidad económica.
  • Leyes sanitarias y dificultad en demostrar la posible equivalencia de la procesos de certificación sanitaria.
  • Proteccionismo excesivo a la industria local.
  • Subsidios a la industria o agricultura local.
  • Imposición de precios mínimos.

websites para saber más sobre barreras

http://www.barrerascomerciales.es/

http://www.plancameral.org/Guias/ViajesComerciales/13barreras.htm

http://comunidad.todocomercioexterior.com.ec/forum/topics/cuales-son-la-principales-barreras-a-las-exportaciones?page=5&commentId=2927438%3AComment%3A46291&x=1#2927438Comment46291

http://www.wto.org/spanish/thewto_s/whatis_s/tif_s/agrm8_s.htm

10 citas célebres de Philip Kotler

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Una infografía con 10 citas célebres de Philip Kotler. Realizada con Piktochart.

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Ingeniería de internacionalización el blog de Nicola Minervini

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