¿ Está listo para exportar?

 

¿Cuantas empresas inician a exportar ? (y cuantas terminan en poco tiempo?)

Sin duda son miles y miles! ¿y cuantas están realmente listas?

 

Si has iniciado a exportar sin antes haber hecho una evaluación (realizada por un experto externo a la empresa) para medir por cuanto anda su “vocación internacional” y no porque quiere seguir una “moda” o quiere enviar a fuera lo que sobra en el mercado interno (eventualmente en crisis), seria oportuno tratar de reflexionar sobre estas preguntas

 

*Check up N° 1

  • ¿Por qué desea exportar?
  • ¿Ha encontrado dificultades en sus negociaciones internacionales por no saber manejar las diferencias culturales?
  • ¿Está seguro de que podrá utilizar su marca en el mercado externo sin entrar en conflicto con la cultura local o criar una disputa legal con su competidor?
  • Antes de efectuar la primera exportación para cualquier mercado, ¿sabe cuál será la clasificación arancelaria para su producto?
  • ¿Por qué considera que encontrará importadores dispuestos a comprar su producto? ¿Está seguro de que su producto es exportable?

más  en el enlace  http://intrade.com.co/checkup/

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¿Cómo exportar?

https://lnkd.in/eB29tnS

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Recomendaciones sobre cómo mejorar la exportacion.

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¿ Como mejorar la exportación?

Promoción y comunicación para la exportación

Consorcio de exportación: ¿porque no funciona en muchos casos?

“Exportación: ¿suerte, azar o… plan?” de Nicola Minervini

En precedentes artículos ya hemos analizados, los errores, los riesgos y las barreras que una empresa debe llevar en consideración cuando piensa de abordar el mercado internacional. Hemos también hecho un recorrido sobre las informaciones más importantes que necesita y algunas herramientas de promoción.

Llegó el momento de pensar a un plan de trabajo.

A nosotros latinos no nos encanta mucho hacer planes: muchas veces lo dejamos en la base “ a ver lo que pasa”, “después lo arreglamos” “ porque perder tiempo cuando la gente espera por mi productos” etc., etc.vict.jpg

Si queremos iniciar un proceso de internacionalización y parar de ser meros proveedores y asumir una actitud de exportadores, debemos trabajar con una hoja de ruta.

La hoja de ruta podrá ser nuestro plan de trabajo (posiblemente con la asistencia de expertos) que debe incluir:

  • La situación de la empresa.
  • A qué meta se pretende llegar.
  • Qué debe hacerse para alcanzar esa meta.

ver más en las paginas 42 a 47 de la revista Diario del exportador

Diario del exportador-n__-0_88bf2a15a4ca94

Qual o cambio ideal para o Brasil?

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ENTREVISTA

 

1) Se exporta quando o câmbio está “favorável”, não se exporta quando o câmbio se traduz em menos reais para receber por cada dólar. Qual sua visão para essa mentalidade tão comum no Brasil?

 

São anos que somos “escravos “ da taxa cambial, uma verdadeira gangorra: se exporta quando o cambio está “favorável , não se exporta  quando o cambio se traduz em menos reais para receber por cada dólar! (isso sem contar que quando deixamos de  exportar, a imagem do Pais lá fora não estará ao máximo  e o nosso habitual importador não vai ficar esperando que se inverta a situação cambial: vai simplesmente trocar de fornecedor mais…constante!(para não dizer mais comercialmente serio!)

Quando eu deixei o Brasil em 1991, já se falava disso

A taxa de cambio não é fator de competitividade é só um assunto financeiro : no máximo dá um empurrão para ser mais agressivo no mercado, a quem è já competitivo. Mas se você não tiver uma competitividade “intrínseca” , quer dizer, desenho, inteligência comercial, promoção eficaz, gestão de mercado, uma empresa competitiva, não vai exportar. Quem já exportava, com a taxa de cambio “favorável ” vai se beneficiar mais . Mas se você quer entrar no mercado externo só porque o cambio está favorável, está errado. Tinha que pensar antes, pois pode acontecer que se muda o “vento favorável” e você não conseguiu introduzir uma serie de mudanças na tua empresa, (pois dificilmente vai exportar da mesma forma e com o mesmo produto como você vende no mercado interno) vai ser quase impossível que você consiga exportar.

 

2) As empresas brasileiras ainda tem certa resistência à internacionalização, qual é a visão atual dos empresários em relação a este processo?

Eu apontaria varias razões:

 

  1. a) Não querer sair da “zona de conforto” (” tenho que porque me atrapalhar na exportação quando posso vender no mercado interno?”)
  2. b) Desconhecimento das problemáticas de comercio exterior
  3. c) Falta de visão global dos negócios
  4. d) Busca de resultados a curto prazo e a exportação, por definição é uma atividade de médio-longo prazo
  5. e) Medo de enfrentar o “desconhecido” também porque alguém ouviu historias de fracasso de empresários que se lançaram na exportação (obviamente “dando tiros no escuro” sem, a mínima preparação ou pior acham do que se alguém tem sucesso no mercado interno, lá fora será igual.

 

Claro que isso está errado. Mesmo que o empresário não quer se internacionalizar, ele já está “internacionalizado” no sentido que talvez na esquina tem uma fabrica ou uma loja chinesa o de outro pais. Apesar das dimensões continentais do Brasil, hoje não pode pensar só em mercado interno: tem que ter uma visão de mundo.

 

3) Quais os pontos mais importantes que as empresas devem levar em conta na hora de avaliar se possui condições e capacidade para ingressar no mercado internacional?

 

Isso é muito importante: “não se jogar na agua se não tiver feito um curso de natação” isto é, não se lançar na exportação, sem se perguntar se está pronto para exportar.

Infelizmente quase sempre a primeira pergunta que o empresário se faz é ” Em que mercado posso exportar”? Está errado. A 1a pergunta é ” Eu posso exportar?” E muitas vezes tem gente que acha que pode exportar porque tem capacidade de produção sobrando. Acontece que capacidade de produção tem pouco a que ver com a exportação O que é fundamental é se tiver capacidade exortadora (isto é, atitude, organização, competitividade internacional, vantagens comparativas, etc. )

 

Moral: como faz um empresário para saber se tem condições de exportar? A forma mais pratica, mais barata, mais rápida para saber por quanto anda, é visitar a maior feira internacional do setor ao qual ele pertence, pois em uma feria ele vai se confrontar com o mundo e vai se dar conta se ” de “0 a 10 ” (em uma escala de competitividade internacional) está por exemplo em 2, 7 o até em 11!)

O empresário deve avaliar por quanto anda à nível tecnológico, custos, desenho, embalagem , estrutura comercial, recursos humanos internos. Repito: visitar uma feira e não expor (pois tem muitas empresa que vão como expositores em uma feira pelas primeira vez, sem ter visitado como “observador” a feira, antes. Pode acontecer que acaba de expor na feria errada!)